Estudo da Máquina Metric é divulgado por Fernando Rodrigues (UOL)

O  jornalista político Fernando Rodrigues publicou em seu blog nesta quinta-feira (02/09) resultado de estudo realizado pela Máquina Metric, do Grupo Máquina. “TV: Dilma fala mais em mudança; Serra, em continuidade” é o título do post.

O levantamento foi realizado durante os dias 17 a 31 de agosto de 2010, com o objetivo de elencar os termos mais repetidos pelos dois principais candidatos à presidência, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), durante o Horário Eleitoral (transmitido das 20h30 às 21h20).

Em 7 dias, a propaganda de Serra repetiu apenas 3 vezes o termo ‘mudar’, mas mencionou 38 vezes os termos ‘continuar’, ‘aperfeiçoar’, ‘melhorar’ e ‘manter’. A propaganda de Dilma mencionou 75 vezes “mudar” e somente 38 vezes os termos de continuidade“, destacou o jornalista em seu blog no UOL.

O levantamento permitiu ainda a análise do tempo de aparição dos candidatos durante a propaganda eleitoral gratuita neste período.

Na estreia, em 17.ago.2010, a petista apareceu em 36,7% do tempo. No último programa analisado, em 31.ago.2010, ela apareceu em 21,3%. Serra começou aparecendo em 27,8% do tempo de sua propaganda. Na última, estava em 31,2% do tempo“, conclui o jornalista.

Confira a matéria na íntegra do jornalista Fernando Rodrigues no Blog Uol Política:

http://uolpolitica.blog.uol.com.br/arch2010-08-29_2010-09-04.html#2010_09-02_09_33_12-9961110-0

Cor e Política

Por David Telles*


Existe uma ligação histórica do vermelho com o poder que se configurou quando a cor passou a ser utilizada por partidos de esquerda. É a cor do materialismo do fogo e seu potencial transformador foi transposto para os ideais políticos nos séculos XIX e XX. Na política, o vermelho se opõe ao branco e ao azul, cores típicas de partidos de direita desde a Revolução Francesa e Russa, como observou Elsenstein, que afirma que o vermelho era a cor preferida de Marx e Zola. Vermelho é a cor da extinta União Soviética, do exército vermelho (1917-1921), da China e da cartilha de Mao-Tsé-Tung (o livro vermelho).

Com a eleição do presidente Lula, em 2002, o Brasil presenciou o aumento da aceitação do vermelho, bem mais presente na mídia. Nas campanhas eleitorais, a cor vermelha do PT é utilizada como parte de símbolos nacionais, se misturando as cores da bandeira do Brasil.

Essa utilização da cor vermelha nas marcas de alguns partidos políticos apresenta o posicionamento ideológico assumido pela legenda e, no cenário político atual, quando se vê uma peça de comunicação com algum elemento vermelho logo se faz referência ao Partido dos Trabalhadores (PT).

Essa associação gera vantagem no momento de ouvir o que os candidatos petistas têm a dizer, aumentando a capacidade de fixação de suas propostas e discursos. Isso porque, segundo um estudo realizado em Vancouver, no Canadá, a cor vermelha facilita a atenção, principalmente nas tarefas ligadas à memória, enquanto que o azul estimula a criatividade.

O estudo foi divulgado em fevereiro de 2008 na revista americana Science. Essas conclusões podem ser úteis na publicidade, nas tarjas de remédios, na decoração de escritórios e em campanhas políticas, avaliou Rui Juliet Zhu, que ensina Marketing na Universidade de British Columbia (UBC). Recomenda-se que os publicitários que vendem produtos inovadores usem o azul, enquanto o vermelho levaria os consumidores a prestar mais atenção nos anúncios sobre produtos que já se conhece.

Os pesquisadores fizeram testes com 600 estudantes, que trabalharam no computador com monitor de fundo vermelho, azul ou branco, e constaram que as performances variavam em função das cores e dos trabalhos. O vermelho, disse Zhu à Science, melhora o desempenho e a vigilância nas tarefas que demandam atenção. O vermelho melhorou a performance dos estudantes em um percentual que vai até 31%, em comparação ao azul, para tarefas que necessitam de atenção especial, como a correção de textos.

*David Telles é jornalista, especialista em MKT e mestre em comunicação. Estuda os efeitos das cores na comunicação.

O Olhar de fora

*Por Valdete Cecato

No competitivo mercado de comunicação corporativa, ganham as agências que se anteciparam e cujos profissionais conseguem levar aos seus clientes cenários, análises e informações que realmente façam a diferença nos negócios. Para diretores e gerentes de comunicação, contar com um parceiro que tenha essa capacidade pode significar pontos no seu crescimento político dentro da organização.

O resultado dessa combinação de interesses será uma valorização dos serviços prestados pelas agências e seus profissionais. Mas o que seria essa leitura, esse olhar de fora? É simples. Em agências como a Máquina circulam centenas de informações todos os dias. Há total acesso aos meios de comunicação, produtos são editados e existe o “o algo mais”: os seus profissionais se movimentam no mercado, conversam com outras pessoas e têm percepções inteligentes sobre muitos assuntos.

Esses dados, aparentemente tão informais, podem fazer uma diferença enorme na relação com o cliente e sua interface, na construção do cenário para o seu negócio, nas suas decisões… O cliente tem todo o interesse em saber se determinada notícia saiu no jornal ou no blog mas, mais do que isso, quer a opinião dos profissionais da Máquina, o que eles recomendam, como relacionam o que foi publicado com o momento político, com o seu concorrente…, com o mercado e qual o impacto que terá na captação e retenção de seus talentos. As análises qualitativas e quantitativas de aparição na mídia refletem o que já foi feito e são essenciais para a prestação de contas mas são parte do passado e tendem a contar cada vez menos na hora de renegociar contratos que miram o futuro.

Nesse momento, pesam cada vez mais os diferenciais, a participação que os profissionais tiveram na definição de cenários, na ajuda à leitura e formulação de pesquisas, na construção de soluções melhores em comunicação e relacionamento com os públicos de interesse de seu cliente e no alinhamento com a sua cultura e identidade.

Há empresas que investem um dinheirão em pesquisas e utilizá-las na formulação de estratégias de comunicação ajuda muito. Os clientes não querem mais planos e recomendações que não tenham uma base sólida e descasados com o seu planejamento estratégico.

Lembro de um caso de repercussão na mídia exemplar aqui na Máquina. Enquanto nós o comemoramos, o cliente não viu resultado algum porque o público que deveria ser atingido não foi. Era um caso clássico onde deveríamos ter embasado o nosso plano em pesquisas que mostravam os públicos que deveriam ser atingidos e, a partir disso, definir os meios e a mensagem adequada. E o cliente em questão realiza muitas pesquisas que poderíamos ter consultado se tivéssemos parado para pensar. Esse novo cenário pode parecer muito angustiante mas é absolutamente desafiador porque exige inteligência, perspicácia, coragem e malícia. E quem não gosta de ser reconhecido por, pelo menos duas, dessas qualidades? A rotina, o press release e sua pulverização continuarão e haverá profissionais felizes e agências sob medida para atender a essa demanda do mercado.

No entanto, quem busca um diferencial e um constante crescimento não tem outra alternativa a não ser enveredar pelo caminho daqueles que contribuem com o “seu olhar estrangeiro” para o negócio do cliente. A Máquina, como todos nós sabemos, optou por esse caminho faz tempo.

*Valdete Cecato é Consultora de Projetos Institucionais do Grupo Máquina.

Estudo realizado pela Máquina Metric ganha destaque na revista Época

*Por Máquina Web

A Máquina Metric – unidade de negócío do Grupo Máquina – foi destaque na revista Época com a matéria ‘Candidatos abandonam temas sociais e éticos para focar biografia’.

Leia a matéria na íntegra em: http://www.maquina.inf.br/maquinaNet/jsp/noticias.jsp?idNoticia=1282144256140

Sobre a Máquina Metric: http://www.maquina.inf.br/maquinaNet/jsp/interna.jsp?m=4&s=8

Os desafios da comunicação interna

*Por Rení Tognoni  

Cada vez mais as empresas estão preocupadas em desenvolver mecanismos internos de comunicação para falar diretamente com seus funcionários de forma clara, objetiva e, principalmente, leve. A Comunicação interna, desta forma, é um importante meio para estreitar o contato da empresa com seus funcionários, reforçar seus valores, iniciativas, resultados, conduta ética, visão de futuro e, até mesmo, para promover uma transformação cultural na companhia (se for esse o caso). São muitos os instrumentos disponíveis hoje para isso. De acordo com a doutora em Comunicação, Margarida Krohling Kunsch, a comunicação interna é um setor planejado, com objetivos bem definidos, para viabilizar toda a interação possível entre a organização e seus empregados, usando ferramentas de comunicação institucional e até da comunicação mercadológica.

Uma pesquisa recentemente divulgada pela norte-americana IABC (International Association of Business Communicators) – associação criada em 1970, que reúne profissionais de comunicação e possui cerca de 15 mil membros (www.iabc.com) – mostra que a forma de se comunicar com os colaboradores está mudando e o ambiente virtual tem lugar de destaque.

Empresas de vanguarda usam cada vez mais redes sociais como o Facebook, MSN e Twitter para alcançar seus funcionários. A intranet das organizações permanece como uma importante forma de circulação de informações no ambiente corporativo, mas agora divide espaço com as redes sociais. A pesquisa foi respondida por 900 pessoas em 2010. Ao responderem a pergunta “Quais os métodos de comunicação usados para engajar os funcionários e alavancar a produtividade?”, 75% dos entrevistados disseram utilizar “frequentemente a intranet”, enquanto 45% dos entrevistados apontaram as redes sociais como meio usado “frequentemente ou ocasionalmente”. O email aparece com 83% e a newsletter com 31%. Por outro lado, o chamado “face to face”, ou seja, os encontros presenciais (reuniões), são usados por 54%. Empresas de grande porte (a grande maioria), que necessitam estabelecer um diálogo com seus colaboradores em qualquer parte do Brasil e do mundo, já entenderam a importância da comunicação interna no ambiente virtual. É a melhor forma de reconhecer e integrar pessoas e equipes localizadas em diferentes regiões, de estimular o senso de pertencimento, mesmo estando ‘longe’ da matriz, assim como gerar conhecimento sobre a empresa e o comprometimento com sua estratégia e valores. Resta ainda, porém, o desafio de utilizar estes espaços da forma mais assertiva e com a maior segurança possível.

*Reni Tognoni é gestora do Grupo Máquina.

Empresas abrem inscrições para trainees

*Por Máquina Web

Recomendamos a leitura da página B6, Caderno Mercado da Folha de S.Paulo do último domingo. Trata-se de uma realidade a qual as agências de comunicação terão que se debruçar de maneira cada vez mais profissionalizada daqui para a frente e nossa expectativa é a de que o Grupo Máquina, que já tem experiência na área, possa liderar e ser referência também na seleção e formação de trainees, dando um novo e mais “oficializado”, “estruturado” passo em 2011.

Segue a matéria na íntegra:

A temporada de inscrições para os programas de trainees começa neste semestre, e muitos jovens recém-formados têm chance de dar o pontapé inicial em seu plano de carreira.

Grandes companhias do país, como AmBev, Unilever e Gafisa, contam com essa seleção para formar, mais à frente, seu quadro de funcionários do alto escalão.

“O programa é uma das principais portas de entrada na empresa. Cerca de 98% dos nossos níveis de liderança são oriundos de promoção interna”, afirma Thiago Porto, gerente de Desenvolvimento de Gente da AmBev.
Na Gafisa, cerca de 70% dos atuais coordenadores de obras, gerentes e diretores começaram suas carreiras como estagiários ou trainees.

Segundo a Companhia de Talentos, que realiza boa parte dos processos de seleção em nome das empresas, apenas no segundo semestre serão abertas inscrições para 26 programas, somando mais de 500 vagas no país.

“O programa de trainee é um caminho vantajoso, uma forma de iniciar a carreira sem ter experiência prévia”, diz Marcia Vinycius Pereira, consultor de recrutamento e seleção da Companhia de Talentos.

A maioria dos programas treina os inscritos em diversas áreas da companhia, conferindo ao profissional um conhecimento mais profundo sobre o negócio.

Por conta disso, de acordo com Pereira, é comum que o trainee tenha uma vaga estratégica reservada na empresa mais à frente, “já que tem uma visão sistêmica da companhia”.

Mas, com tantos atrativos, esses programas costumam ser mais concorridos que os vestibulares no país.

Em 2009, 128.144 inscritos disputaram 10.622 vagas no vestibular da USP. Na Unilever, 48.500 pessoas disputaram apenas 28 vagas de trainee no ano passado. Na AmBev, o número de concorrentes chegou a 60.133, resultando em 26 contratados.

Grupo Máquina está concorrendo ao prêmio Comunique-se

*Por Maquina Web

O Grupo Máquina passou para a 2ª. fase do prêmio Comunique-se e precisamos da sua ajuda para alcançar o tricampeonato! A escolha dos finalistas é feita por meio de votação na internet e só podem participar aqueles que já tem cadastro no portal Comunique-se.

A votação dessa fase termina nessa sexta, dia 19 de agosto.

Para votar acesse: www.premiocomunique-se.com.br

Contamos com o apoio de vocês que freqüentam e participam desse espaço!

Deus X Google X Schopenhauer

*Por Felipe Secco

Pense em um ser ou entidade Divina detentor da capacidade de criação do universo e de todos os seres existentes nele. Com exatidão e cuidado de perfilar as formas estáticas de uma pedra e com mesma intensidade moldar os desejos e atitudes mais profundas de cada ser humano. Desde os requintes microscópicos do átomo à imensidão do Glaciar de Perito Moreno, na região da Patagônia, com suas fendas azuis esbranquiçadas especificamente em uma cor hexadecimal inexistente. Caros mortais, apresento-lhes: um Deus.

Pense em um ser ou entidade Tecnológica com uma capacidade de armazenamento quase infinita de toda informação virtualizada do universo, um agregador de conteúdo que com um algoritmo é capaz de corrigir, analisar e buscar a informação que você procura em um tempo de resposta equivalente a alguns milésimos de segundos ou num piscar de olhos. O conhecimento está alocado em uma nuvem computacional, disperso em diversos servidores ao redor do mundo, ao alcance de uma conexão e um clique. Isso é a Matrix? – Não, caros mortais, apresento-lhes: o Google. 

E, Schopenhauer, que dispensa apresentações, pensou: 

Se a vantagem do ser humano se confirma no fato de ele – mais do que qualquer animal de outra espécie – ser independente e completo, então decerto a vantagem superior de uma pessoa reside no maior grau com que ela desenvolve em si mesma essas características diante do outro. Uma pessoa, portanto, que em suas visões e ações, em sua formação e produtividade, ou em todos os pontos de contato de sua existência com os seres da sua espécie, de certa forma gravita em torno de si, e que, devido à sua natureza completa, distancia-se da esfera de seus semelhantes num grau, por assim dizer, em que apenas um pequeno ponto de contato, uma tangente entre ela e a espécie humana é formada – tal pessoa pode ser tranquilamente incluída entre as mais excelsas e magnânimas. (SCHOPENHAUER, Arthur. A arte de conhecer a si mesmo, São Paulo, 2009, p.92)

- Who is your God?

*Felipe Secco é pós-graduando em Gestão Estratégica em Tecnologia da Informação no Instituto Brasileiro de Tecnologia Avançada (IBTA). Formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e, atualmente, Analista de Suporte do Grupo Máquina.

Quem lê tanta notícia?

*Por Marcelo Diego

Qual foi a notícia mais importante para a sua vida nas últimas semanas? Qual foi a manchete dos três principais jornais de anteontem? A profusão da informação pelo celular, a mobilidade dos computadores, a nova forma de consumir televisão, a maior quantidade de publicações impressas disponíveis criaram um ambiente para a circulação maior e mais rápida de notícias.

As pessoas sentem que estão recebendo uma quantidade maior de informação. Mas têm uma grande dificuldade de processar, entender e reter os dados. A grande pergunta hoje não é mais o saber. Mas sim se sabemos o que importa. Não há resposta pronta e acabada, mas indicadores. A equipe da Máquina Metric acompanhou, neste mês, um importante anúncio de uma grande empresa em São Paulo.

Em apenas um dia foram veiculadas 700 notícias por diferentes veículos (internet, rádio, televisão). No dia seguinte, outras tantas páginas de jornais foram dedicadas a falar do tema.

Um leitor comum não teria tempo nem paciência de escrutinar cada uma delas. Nem precisaria. O índice de repetição era superior a 70%. Mudavam-se os nomes dos portais, os títulos, a embalagem, mas o conteúdo era quase sempre o mesmo. Entre os 30% de informações restantes havia um amplo espaço para especulações e uma minúscula porta para visualizar as informações exclusivas e diferenciadas. Mas perdidas em um cipoal de marasmo e repetição. No passado, o desafio era fazer chegar a informação. Agora, o diferencial do mercado será separar o joio do trigo. Com cada vez mais joio e menos trigo.

*Marcelo Diego é Diretor da Máquina Metric

Método e sistema de gestão

*Por Maristela Mafei

Toda organização almeja manter e melhorar resultados, mas é essencial que exista um método para isso. A partir dessa afirmação, que parece aparentemente simples, é que se constrói o terceiro capítulo do livro O Verdadeiro Poder, de autoria do professor Vicente Falconi. O Grupo Maquina, uma empresa fundada e até hoje gerenciada em grande parte por jornalistas, recorreu a esse método gerencial para qualificar melhor a todos nós, seus profissionais, como gestores e executivos de nossa própria empresa. Toda semana, eu e mais um grupo de pessoas estamos lendo, estudando e discutindo dois capítulos do livro com a ajuda de Flávio Boan, coordenador do INDG para esse projeto.

As pessoas que saíram de férias, como eu, ou que por motivos inadiáveis terão de se ausentar em algumas das sessões do grupo de estudo, se comprometeram a postar no blog da Máquina um resumo de alguns dos capítulos do livro, de modo a manterem-se atualizadas e assim não prejudicarem o grupo no retorno aos trabalhos. Desse modo, irei postar no blog da Máquina o capítulo “Método e Sistema de Gestão” nesta semana e o capítulo quatro, “Desempenho da Organização”, na próxima.

O método ao qual me refiro desde o início é o PDCA, do inglês Plan, Do, Check, Act,que sugere a participação de todas as pessoas na melhoria e estabilização dos resultados, a uniformização da linguagem e melhoria da comunicação, o entendimento do papel de cada um no esforço empresarial e o aprendizado contínuo. Permite ainda o uso de várias áreas da ciência para a obtenção de resultados e a absorção das melhores práticas empresariais, visando difundir conhecimento. Tudo isso, é claro, com o objetivo único de manter e melhorar os resultados de uma organização. Tudo o que for feito em uma organização no sentido de melhorá-la deve resultar em modificações de seus procedimentos e padrões operacionais.

A base para a construção de um sistema de gestão são as melhorias feitas dentro de uma empresa, ou seja, as ações interligadas que vão propiciar os resultados. Uma companhia que consegue aos longo dos anos envolver todos os seus funcionários no sistema de gestão terá um time imbatível de pessoas e será cada vez mais organizada e forte. Todos deverão ter suas metas e precisarão gerenciar sua rotina de trabalho do dia a dia, alcançando a excelência e desenvolvendo disciplina para isso.

Os sistemas de gestão podem ser abertos ou fechados e quanto mais aberta for uma organização, maior será a sua chance de sobreviver e prosperar. Quanto mais aberto, mais importante será a utilização da tecnologia da informação. Não há como gerenciar uma empresa desconhecendo que os sistemas interagem entre si em maior ou menor grau e tudo está interligado. Não há como gerenciar uma empresa desconhecendo essas relações. Esse é um processo que não tem fim e as pessoas precisam de tempo para aprender. Não adianta querem cortar caminho e é muito comum vermos empresas que querem adotar uma solução encontrada por outra se dando mal por ainda não estarem preparadas para isso. É um processo constante de aprendizado, que leva tempo para ocorrer e ser concluído. A grande vantagem é que, quando o concorrente acordar, ele terá de fazer o mesmo caminho e levará um tempo maior ainda!

*Maristela Mafei é fundadora do Grupo Máquina